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COP30 e os impactos no comércio exterior: o que muda para quem importa e exporta

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COP30 e os impactos no comércio exterior: o que muda para quem importa e exporta

COP30 e os impactos no comércio exterior: o que muda para quem importa e exporta

Por que COP30 importa para o seu negócio agora

A COP30 acontece em Belém entre 10 e 21 de novembro de 2025 — no coração da Amazônia — com foco em transparência, novas NDCs e financiamento climático. Ou seja: regras e pressões que saem da mesa de negociação e batem direto na sua cadeia de suprimentos, do frete ao desembaraço. Se você importa/exporta para a União Europeia, usa transporte marítimo/aéreo ou depende de insumos ligados a florestas tropicais, o impacto é imediato.

O que está na mesa e como isso “pega” no comex

1) CBAM: custo de carbono nas suas importações para a UE

O Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM) sai da fase de reporte (2023–2025) e entra no regime definitivo a partir de 2026. Em outubro/2025 a UE ajustou o cronograma financeiro: a venda de certificados foi postergada para 1º/02/2027, mas valendo retroativamente sobre as importações de 2026, com preço atrelado ao ETS. Na prática: quem não tiver dados de emissões de fornecedores pagará pelo “pior caso”.

2) Shipping: metas e preço de carbono no frete

A OMI consolidou a estratégia de GEE (picos o quanto antes e net zero por volta de 2050), com checkpoints para 2030/2040 e avanço para um “framework” com padrão de combustível e precificação setorial. Tradução para o embarcador: novos custos e preferência por rotas/armadores com menor intensidade de carbono. Antecipe cláusulas de frete “low-carbon” e revise o TCO.

3) Aviação: CORSIA e SAF entram no cálculo

O esquema global de compensação (CORSIA) passou a usar, desde 2024, baseline de 85% das emissões de 2019. Para cargas aéreas, o repasse de custos de offsets e de combustíveis sustentáveis (SAF) tende a crescer, principalmente em rotas longas e urgentes. Replaneje o modal quando possível.

4) Brasil e Amazônia no centro da pauta

O Brasil chegou à COP30 com nova NDC (redução de 59% a 67% das emissões, todos os gases e setores), buscando alavancar financiamento e mercados de conservação. Isso acelera exigências de rastreabilidade (deflorestação zero) e due diligence setorial — couro, carne, madeira, minerais e têxteis na linha de frente. Dados recentes mostram queda do desmatamento na Amazônia na janela 2024/25, mas com ilegalidade ainda predominante em 2025, o que exige controles mais robustos de origem.


Desafios típicos que estão derrubando margem e previsibilidade

Falta de dados primários de emissões no nível do produto e do fornecedor; divergência entre notas fiscais, faturas e relatórios de carbono; armadores e cias. aéreas repassando “green fees” sem metodologia transparente; risco de bloqueio/recusa na UE por falta de conformidade CBAM; auditorias de due diligence socioambiental em cima da hora; e contratos sem cláusulas climáticas (quem paga o carbono, quem fornece os dados, quem audita). O resultado é simples: atrasos, multas, sobrecustos e perda de clientes que já exigem cadeias de “desmatamento zero”.


Como a MD Trading transforma esse risco em vantagem competitiva

Diagnóstico 360º do seu fluxo internacional (origem→porto/aeroporto→desembaraço→entrega) com três entregáveis práticos: mapa de dados de emissões por NCM/fornecedor, lacunas CBAM/CORSIA/OMI e riscos de rastreabilidade (florestas, terras indígenas, trabalho).
Sourcing e negociação “low-carbon”: troca de fornecedores/insumos intensivos, clusterização por intensidade de emissões e renegociação com armadores/cias. aéreas com metas OMI/CORSIA.
Documentação e compliance: coleta e verificação de dados de emissões “produto-específicos”, padronização (templates CBAM), DUE DILIGENCE de desmatamento e social, e integração com DI/DU-E para consistência aduaneira.
Logística internacional otimizada por carbono e custo: simulação modal/rota com preço de carbono, consolidação inteligente e contratos com KPIs de intensidade (gCO₂e/t.km).
Câmbio e planejamento financeiro: provisões para certificados CBAM e offsets CORSIA no TCO, com cenários de preço (ETS/combustível).
Pós-desembaraço e performance: dashboards de lead time, custo total e emissões por pedido/cliente, alimentando QBR com a sua diretoria.

O antes/depois que entregamos: do “apagão” de dados e surpresas na fatura para previsibilidade de custo, tempo de liberação menor e acesso a mercados com barreiras climáticas — mantendo margem.


Conclusão: a janela é agora

A COP30 não é um evento distante — é um “gatilho regulatório” que define quem continua vendendo para mercados premium e quem ficará na lista de exclusão. Quem se adiantar, fecha contratos melhores, reduz risco e ganha preferência do cliente global. Quer colocar seu comex na frente?

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