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Fórum de Davos 2026: o que muda para MPEs e como a MD Trading coloca você para jogar no mercado global

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Fórum de Davos 2026: o que muda para MPEs e como a MD Trading coloca você para jogar no mercado global

Fórum de Davos 2026: o que muda para MPEs e como a MD Trading coloca você para jogar no mercado global

Por que Davos importa para quem precisa vender e comprar no exterior

Entre 19 e 23 de janeiro, líderes globais se reúnem em Davos sob o tema “A Spirit of Dialogue” para discutir riscos, comércio e cadeias de suprimentos, assuntos que definem custo, prazo e previsibilidade para quem importa e exporta.

O Global Risks Report 2026 destaca tensões geoeconômicas e disrupções de cadeias como riscos imediatos, em bom português: frete volátil, regras mudando e mais exigências de compliance.

Ao mesmo tempo, Davos traz uma mensagem pragmática: facilitação de comércio e regras digitais claras (dados transfronteiriços, padrões de IA) podem integrar mais PMEs ao comércio internacional.

Para quem está no Mercosul, a pauta fica ainda mais quente com a tramitação do acordo UE–Mercosul, que ganhou um novo capítulo jurídico e pode atrasar (ou mudar) condições de acesso ao mercado europeu.


Desafios que você — MPE — já sente no caixa

1) Volatilidade estrutural da cadeia

Fretes e prazos que não “voltam ao normal”; exigência de redesenhar a logística para funcionar sob incerteza permanente.

2) Regras em movimento (ambiental, sanitária e digital)

Mudanças regulatórias e exigências de rastreabilidade, além de debates sobre fluxo de dados e IA que impactam operações, contratos e proteção de informação.

3) Portas se abrindo e fechando nos acordos

Oscilações em acordos como UE–Mercosul afetam tarifas, cotas e requisitos  quem não acompanha, precifica errado e perde janela de mercado.

4) Burocracia que drena margem

Sem facilitação de comércio, a MPE paga com tempo de desembaraço, estoque parado e custos financeiros.


O que Davos sinaliza como oportunidade e como a MD executa

Tradução de Davos para o dia a dia da sua operação:

  • Facilitação de comércio → Reduzir papelada, digitalizar processos, cortar etapas no porto/aeroporto.
    MD Trading: mapeia o fluxo (Incoterms, licenças, LI, tratamento tributário), otimiza documentação e follow-up com metas de lead time, e conduz desembaraço aduaneiro ponta a ponta.

  • Regras digitais e dados transfronteiriços → Contratos e fornecedores mais “data-ready”.
    MD Trading: define cláusulas contratuais alinhadas a requisitos de dados/IA e orienta compliance com exigências do comprador (UE/EUA/Ásia).

  • Cadeias resilientes → Multisourcing e rotas alternativas para não ficar refém de um porto, armador ou país.
    MD Trading: constrói planos B/C (portos alternativos no Mercosul e fora dele), combina modal aéreo/marítimo conforme janela de venda e cria política de estoque-in-transit.

  • Acordos em andamento (UE–Mercosul) → Monitorar desdobramentos e ajustar NCM/Ex-tarifário, origem e certificações para capturar vantagens quando surgirem ou mitigar quando atrasarem.
    MD Trading: faz war room regulatório (alertas de tarifa, cotas e padrões ambientais), recalcula custo total (FOB–DDP) e reorienta go-to-market para UE ou alternativas (EFTA, Oriente Médio, Ásia).

Antes e depois na prática (exemplo realista de MPE):

  • Antes: importação de insumo químico da Ásia com lead time 78–90 dias, variação de frete de +22%, LI travando e falta de plano B.

  • Depois com a MD: duplo fornecedor (Ásia + Mercosul), Mudança de Incoterm (de CIF para FOB com consolidação), canal verde recorrente via documentação consistente, seguro contratado na origem, rota alternativa via porto secundário, lead time médio cai para 48–55 dias e a variação de frete fica previsível no orçamento.

O pacote MD para MPE (Mercosul ↔ mundo):

  • Sourcing e validação de fornecedores (auditoria, amostras, contrato).

  • Simulação tributária (II, IPI, PIS/COFINS, ICMS, antidumping) e câmbio.

  • Documentação (faturas, packing, certificados, origem, LPCO/LI).

  • Logística internacional (booking, inspeção, seguro, tracking, KPI de lead time).

  • Desembaraço aduaneiro e pós-desembaraço (classificação NCM, regimes).

  • Compliance ESG/compras públicas quando exigido pelo cliente final (UE).


Decisão racional agora

Davos 2026 confirma: quem se adianta em facilitação, dados e resiliência vende mais, com custo menor e previsibilidade maior. Esperar “normalizar” custa margem e mercado, especialmente em importação, exportação e logística internacional.

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