Make or buy global: quando importar faz mais sentido que produzir – MD Trading

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Make or buy global: quando importar faz mais sentido que produzir

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Make or buy global: quando importar faz mais sentido que produzir

Make or buy global: quando importar faz mais sentido que produzir

Revisar o footprint industrial virou pauta de diretoria. Custos fixos altos, volatilidade cambial, capacidade ociosa e pressão por qualidade pedem decisão rápida: produzir ou importar?
Neste guia, mostro como usar TCO (Total Cost of Ownership), qualidade, risco-país e plano de transição para uma estratégia de sourcing internacional sólida e como a MD Trading transforma isso em números acionáveis, ponta a ponta.

Quer a versão objetiva para a sua operação? Peça um “Business case TCO” com a MD e decida com dados.


O problema (e como ele corrói margem)

  • Custos invisíveis: o preço unitário parece bom, mas somado a frete, seguro, impostos, capatazia, armazenagem, compliance e câmbio, o “barato” fica caro.

  • Qualidade inconsistente: falhas de fornecedor estouram retrabalho, devoluções e perdem cliente.

  • Risco-país e supply chain: greves, restrições de exportação, sanções, gargalos logísticos e lead times imprevisíveis.

  • Transição mal planejada: trocar produção por importação sem gestão de estoques, contratos e engenharia gera rupturas e multas.


Decisão make or buy na prática (sem achismo)

1) TCO completo: mais que preço de fábrica

TCO = Preço do produto + Custos logísticos + Tributos + Custos financeiros + Qualidade + Compliance + Overheads internos.
O que entra no cálculo:

  • Incoterms® e responsabilidades (ex.: diferenças entre FOB/CIF/FCA).

  • Frete e seguro internacionais, capatazia, armazenagem, taxas portuárias/aeroportuárias.

  • Tributos (II, IPI, PIS/Cofins, ICMS, AFRMM quando aplicável) e regimes especiais (ex.: Drawback, Ex-tarifário).

  • Câmbio e hedge (custo de proteção e política interna).

  • Qualidade: rejeição, inspeção, retrabalho, garantia, impacto no NPS.

  • Compliance: auditorias, licenças (LPCO), classificação fiscal (NCM) e risco de autuação.

  • Overheads: engenharia, homologação, follow-up, custo de capital (estoque e segurança).

Regra prática: compare o TCO por unidade entregue na porta do seu cliente (não apenas no porto) e simule cenários de volume e câmbio.

2) Qualidade e engenharia de produto

  • APQP/PPAP simplificado para itens críticos.

  • Planos de amostragem e inspeções (pré-embarque e na origem).

  • Homologação de processo e controle de mudanças: evita surpresas em série.

3) Risco-país e cadeia de suprimentos

  • Mapa de riscos: estabilidade política, barreiras regulatórias, capacidade portuária, sazonalidade de frete.

  • Dual sourcing quando crítico; estoques de segurança dimensionados pelo lead time real.

  • Cláusulas contratuais: força maior, penalidades e SLAs logísticos.

4) Plano de transição (sem ruptura)

  • Cronograma por ondas: piloto → lote controlado → full-rollout.

  • Política de estoques ajustada ao novo lead time (porto-a-porta).

  • Contratos e custos de saída do modelo atual (mão de obra, facility, terceiros).

  • KPIs: OTIF, custo por unidade entregue, % retrabalho, variação de NCM/tributos, nível de serviço ao cliente.


Quando importar tende a vencer (sinais de alerta)

  • Utilização de fábrica <70% e alto custo fixo por unidade.

  • Produto com engenharia estabilizada (pouca mudança) e alto padrão de fornecedor estrangeiro.

  • País de origem com escala global no item (curva de aprendizado e custo menores).

  • Demanda volátil que pede flexibilidade de volume sem recontratar/mobilizar planta.

Quando manter produção local faz sentido

  • Customização alta e trocas frequentes de engenharia.

  • Lead time ultra-curto ou cadeias reguladas (defesa, saúde) com exigências locais.

  • Benefícios fiscais regionais ou requisitos de conteúdo local em contratos.


Como a MD Trading conduz seu “Business case TCO”

Do diagnóstico à operação, ponta a ponta:

1) Sourcing e qualificação de fornecedores

  • Busca global focada em estratégia de sourcing internacional (escala, certificações, histórico).

  • RFI/RFQ, auditorias, amostras e inspeções na origem.

2) Engenharia, classificação e compliance

  • Classificação NCM e parecer técnico para reduzir riscos.

  • Verificação de licenças (LPCO) e regimes especiais (Drawback, admissão temporária).

  • Adequação Incoterms® e seguros com cobertura correta (ICC).

3) Simulador TCO e cenários

  • Cálculo porta-a-porta com 3 cenários de câmbio e volumes.

  • Comparativo make x buy com sensibilidade (câmbio, frete, tarifa).

  • Relatório executivo com recomendação e impactos em margem e SLA.

4) Execução logística e desembaraço

  • Cotação multimodal (aéreo, marítimo, multimodal) e consolidação.

  • Follow-up fim-a-fim, desembaraço aduaneiro e KPIs semanais.

  • Governança de qualidade: plano de inspeção, tratativa de não conformidades e gestão de fornecedores.

Próximo passo lógico: Solicite seu Business case TCO com a MD e leve um comparativo claro para o comitê.


Caso rápido (antes/depois)

Antes: indústria com linha própria, custo unitário alto, estoque elevado e retrabalho.
Depois (importação com MD): TCO -12%, OTIF +8 p.p., giro de estoque melhorado, sem ruptura na transição (rollout em 90 dias com ondas e dual sourcing).


Conclusão: decisão com números, não com fé

Importar pode destravar margem e agilidade se a decisão vier de um TCO completo, critérios de qualidade, risco-país e um plano de transição bem executado. É exatamente aí que a MD Trading entrega valor: da estratégia à operação.

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